FEIRAS

Brasileiras fecham negócios de US$ 1,7 milhão na SSME



19.11.2015 - 11:32

Projeto setorial de promoção de exportação desenvolvido pela Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o Brazil Sweets & Snacks vem obtendo a cada ano novos resultados.

As empresas brasileiras de “confectionery” em Dubai, fecharam negócios de US$ 1,7 milhão, montante três vezes superior ao obtido no ano passado. Em negócios projetados, o crescimento também foi considerável. É esperado algo em torno de US$ 7 milhões pelos integrantes da Brazil Sweets & Snacks, o que corresponde a um aumento de 220% na comparação com o último ano. “A feira está se tornando cada vez mais conhecida entre os clientes. O seu ponto mais positivo é a qualidade dos visitantes que, em sua maioria, são especificamente do nosso setor”, observa Luiz Fiorio, da Riclan. A empresa foi uma das nove brasileiras que marcou presença esse ano na Feira Sweets & Snacks Middle East (SSME). Em 2013, três fabricantes participaram, contra sete em 2014, todos sempre com apoio do Brasil Sweets &Snacks. A Apex-Brasil apoiou ainda a indústria nacional por meio de um serviço de prospecção de potenciais compradores na feira, visando aumentar a exposição dos produtos brasileiros junto aos visitantes e fomentar negócios.

Estiveram na SSME 2015 Riclan, Docile, Dori, Jazam, Montevérgine, Peccin, Simas e Toffano. A Chocolates Garoto também participou através do espaço Institucional Brasil Sweets & Snacks. Entre os países mais impactados por essas marcas estão Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Iêmen, Omã, Irã, Palestina, Quênia, Somália, África do Sul, Jordânia, Argélia, Libéria, Ilhas Maurício, Kuwait e Cazaquistão. “O saldo do evento foi extremamente positivo. Todas as empresas brasileiras gostaram e querem voltar no próximo evento, inclusive a Chocolates Garoto, como expositor. O Oriente Médio se confirma como um mercado estratégico e relevante para o Brasil”, conclui o Vice-presidente de Exportação da Abicab, Romualdo Silva.