PALMITO

Palmitos seguros atendem controles de segurança



10.02.2010 - 05:04

Uma das grandes paixões dos brasileiros quando o assunto é alimentos em conserva, o palmito vai bem in natura, em saladas variadas, e em pratos elaborados, usado muitas vezes como ingrediente principal. Devido a esta flexibilidade é muito bem aceito na mesa do brasileiro. Por outro lado, este mesmo consumidor tem, em determinados momentos, uma atitude de desconfiança e receio em relação ao produto no quesito segurança alimentar.

Segundo Ricardo Araújo Ribeiral, Diretor Superintendente da Inaceres, com o advento do palmito cultivado, indústrias de alimentos que antes descartavam a possibilidade de investimentos na cadeia produtiva de palmito em conserva, por sua característica 100% extrativa, começaram a voltar sua atenção para o setor. “Essa nova possibilidade vai gerar reflexos positivos nos próximos anos para os consumidores de palmito, pois juntamente com os investimentos, as empresas de alimentos também trazem toda uma cultura de controle de qualidade e inovação tecnológica para a categoria palmito”, afirma Ribeiral.

Os principais pontos de controle na industrialização de palmitos em conserva são o tratamento térmico (pasteurização) e a acidificação (salmoura). O tratamento térmico elimina qualquer toxina existente, reduzindo a carga microbiana do produto a níveis seguros e a acidificação impede uma possível recontaminação do produto, e o desenvolvimento de patógenos prejudiciais à saúde.

Ribeiral explica que para chegar a estes níveis elevados de segurança, é imprescindível que esses controles estejam em conformidade com que exige a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), órgão ligado ao Ministério da Saúde, assim como todos os demais procedimentos de Boas Práticas de Fabricação, também exigidos pela Agência.

De acordo com Ribeiral, hoje em dia os apreciadores de palmito encontram produtos confiáveis, como os da marca Gini, ou todos que levam a assinatura Inaceres, que são comprovadamente certificados em APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle), emitido pela conceituada certificadora internacional DNV (Det Norske Veritas). Entretanto, o Diretor Superintendente da Inaceres explica que ainda em caso de dúvidas quanto a procedência do produto, é possível fazer a consulta do mesmo no site da Anvisa.

Outra dica é sempre observar a tampa e o frasco dos produtos em conserva, o que vale não apenas para os de palmito. “O consumidor deve desconfiar de frascos com tampa branca sem as informações da empresa gravadas na parte superior e lateral”, ressalta Ribeiral. Mais informações: www.inaceres.com.br